Mentiras bonitas ou verdades feias?

Aí eu estava de bobeira em casa quando me aparece um programa do Discovery Kids (sim, eu assisto, mas contra minha vontade) falando sobre “mentiras bonitas” e “verdades feias”, e rolava uma discussãozinha filosófica sobre qual delas seria melhor de se ouvir.

Tenho plena convicção de que a verdade sempre aparece e, de uns tempos pra cá, tenho optado por ser sincero mesmo quando os sentimentos de outrem podem ser feridos — é o famoso slogan “a verdade doa a quem doer” de algum jornal televisivo, eu acho. Sei que acabo magoando, sim, as pessoas quando falo a verdade, mas acho melhor do que mentir e ser descoberto mais pra frente, quando os estragos de uma verdade omitida são maiores.

Claro que há momentos em que somos tentados a sustentar “mentiras bonitas”, justamente por elas serem convincentes e convenientes. Às vezes essas mentirinhas acabam sendo nosso último recurso. Mas devemos estar preparados pras consequências que elas trazem. Como eu disse, uma “verdade feia” que foi ocultada por uma “mentira bonita”, quando descoberta, fere muito mais do que a verdade dita desde o começo.

Mas parece que a mentira é tipo um mecanismo de proteção, ou pelo menos é vista como tal. É como diz a música…

Quem vive mente mesmo sem querer
E fere o outro, não pelo prazer
Mas pela evidente razão — sobreviver.

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